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26 novembro, 2018


Atualize a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes nestas férias!

É importante aproveitar o período de férias escolares para cuidar da saúde das crianças e dos adolescentes. Certas atividades, como participar de eventos e ir a locais com muita gente, podem aumentar a disseminação de doenças infecciosas. Por isso, é importante que os pais reservem um tempo durante as férias para colocar em dia o cartão de vacinação das crianças.


Mesmo que a família não esteja com viagem programada, é importante que as crianças e adolescentes estejam com as vacinas recomendadas em dia para reduzir chances de contrair e disseminar doenças. “O cartão de vacinação é um documento importante e deve ser mantido atualizado. Durante o período de férias há um aumento do fluxo de viajantes pelo mundo, o que pode acarretar em introdução ou reintrodução de doenças que já se encontravam sob controle no Brasil. Um exemplo disso é a entrada do vírus do sarampo, que tem produzido centenas de casos na região norte do país. Para evitar transtornos, a carteira de vacinação deve ser verificada e atualizada com antecedência, pois alguns países exigem vacinas específicas”, afirma o Dr. Jessé Alves, gerente médico de vacinas da GSK. A imunização é uma das melhores formas de proteção contra doenças sérias como meningite, poliomielite, catapora e pneumonia, que podem até levar a óbito, especialmente crianças pequenas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacinação em massa evita entre 2 a 3 milhões de mortes por ano e é responsável pela erradicação de doenças. As vacinas reduzem o risco de infecção, estimulando as defesas naturais do corpo, ajudando-o a desenvolver a imunidade à doença.

O Ministério da Saúde orienta a vacinação das crianças de acordo com o calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e todas as vacinas recomendadas no PNI estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Já a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) possuem calendários de vacinação com recomendações que complementam o PNI, abrangendo também vacinas que atualmente só estão disponíveis na rede privada para a imunização das crianças e jovens. Uma das doenças graves que pode ser prevenida por vacinação é a meningite meningocócica. Trata-se de uma infecção bacteriana das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, podendo causar sequelas e até mesmo levar a óbito. Ela é causada pela bactéria Neisseria meningitidis que possui 12 sorogrupos identificados, sendo que cinco deles são os mais comuns (A, B, C, W e Y).

A vacinação é a principal forma de prevenção da doença. Outras formas de prevenção são evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados e limpos. Atualmente, existem vacinas para a prevenção dos 5 sorogrupos mais comuns no Brasil, a vacina contra a meningite meningocócica causada pelo sorogrupo B e a vacina contra os sorogrupos A, C e W e Y. A vacina para a prevenção do meningococo B está indicada a partir dos 2 meses de idade até os 50 anos, somente disponível na rede privada.

A vacina para prevenção da doença meningocócica causada pelos sorogrupos A, C, W e Y é indicada para crianças a partir dos 2 meses de idade, adolescentes e adultos, também disponível apenas na rede privada. Nos postos de saúde, a vacina contra a doença causada pelo meningococo C é gratuita para crianças menores de 5 anos de idade e adolescentes de 11 a 14 anos.

Importante ressaltar que a meningite meningocócica não é uma doença só de criança e cerca de 10% dos adolescentes e adultos são portadores da bactéria, mas não desenvolvem a doença. Apesar disso, podem transmitir a outras pessoas através da saliva e partículas respiratórias. Por isso, a vacinação é um recurso importante para a prevenção das doenças infecciosas em crianças, adolescentes e adultos.

Fonte: Revista News
Imagem: Revista News

Até a próxima!
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15 fevereiro, 2018


Volta às aulas: saiba a importância de atualizar a caderneta de vacinação das crianças antes do início do ano letivo!

Com o início do ano letivo, cresce a preocupação dos pais com as medidas necessárias para prevenir doenças e garantir o bem-estar de seus filhos nas salas de aula.¹ Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, os cartões de vacinação dos alunos precisam estar em dia. Caso alguma vacina esteja em atraso, deve-se atualizá-la de forma urgente para prevenir casos de doenças contagiosas, considerando o convívio em ambientes coletivos.¹ 



“Medidas preventivas devem ser adotadas pelos pais e responsáveis, e mesmo pelas escolas, para evitar contágios indesejados. Se houver vacinas em atraso e não se aproveitou o período das férias para colocá-las em dia, não se deve perder tempo.¹ Não se vacinar ou impedir que as crianças e os adolescentes o façam pode causar enormes problemas para a saúde pública, como o surgimento de doenças graves ou o retorno de agravos de forma epidêmica, como a poliomielite, o sarampo, a rubéola, entre outros²”, alerta a Dra. Evely Tanaka, pediatra e gerente médica de vacinas da GSK.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacinação em massa evita entre 2 milhões a 3 milhões de mortes por ano e é responsável pela erradicação de várias doenças.² No Brasil, graças à cobertura vacinal, iniciada na década de 1970, a varíola foi eliminada no país em 1973; a poliomielite, em 1989; e a transmissão de sarampo dentro do mesmo território, em 2001.2

O Ministério da Saúde disponibiliza no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no Calendário Nacional.3

Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de saúde, de todo o país, cerca de 300 milhões de doses de imunobiológicos ao ano, para combater mais de 19 doenças, em diversas faixas etárias3 como: BCG (para prevenção da tuberculose em crianças); HPV (vírus do papiloma humano); Pneumocócica (contra a infecção por pneumococo que causa meningite, pneumonia e infecção de ouvido - otite); Febre Amarela; VIP/VOP (vacina inativada e vacina oral contra poliomielite – paralisia infantil); Hepatite B; Penta (vacina contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecção por Haemophilus influenzae); Rotavírus; Hepatite A; Tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela - catapora); Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola); Dupla adulto (difteria e tétano); e dTpa (difteria, tétano e pertussis - coqueluche), e Meningite C (conjugada).4-7

Porém, além das vacinas disponíveis na rede pública, temos as vacinas da rede privada e, entre essas duas redes, existem algumas diferenças.5-7 O sistema público de saúde tem como objetivo a proteção coletiva e erradicação de doenças e para isso, necessita de altas coberturas vacinais. Já o calendário privado foca na proteção individual, ou seja, que o indivíduo faça o esquema vacinal necessário para obter a proteção máxima contra a doença.10-12

Portanto os calendários da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Sociedade Brasileira de Imunizações são diferentes do Calendário do Programa Nacional de Imunizações, pois possuem esquemas vacinais com doses adicionais e contemplam vacinas não disponíveis na rede pública. 5-7 Veja, abaixo, essas diferenças:

- Meningococo: o PNI só disponibiliza a vacina contra o meningococo C, sendo que existem outros sorogrupos que também são responsáveis por causar doença meningocócica invasiva.8 Tendo isto em vista, os calendários da SBIm e da SBP recomendam 2 ou 3 doses da vacina meningocócica conjugada ACWY dos 3 aos 7 meses e mais dois reforços da vacina ACWY durante os 12-15 meses e 4-6 anos.5-7

O calendário do PNI não contempla a vacina pra o meningococo B, porém a SBIm e a SBP recomendam três doses no primeiro ano de vida, mais um reforço aos 12 meses, ou duas doses a partir de um ano de idade5-7.

- Gripe (Influenza): SBP e SBIm preconizam duas doses para influenza a partir dos 6 meses de idade. Após isso, doses anuais são aconselhadas para todas as idades.5-7 No PNI, a vacina só está disponível para determinados grupos: indivíduos com 60 anos ou mais de idade, crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, trabalhadores da saúde, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, os funcionários do sistema prisional e professores das escolas públicas e privadas.

Além disso, na rede privada, está disponível a vacina contra gripe causada por 4 tipos de vírus (tetravalente). Já no PNI, só tem disponível a vacina contra a gripe causada por 3 tipos de vírus (trivalente).9

- Hepatite A: o PNI disponibiliza apenas uma dose, e a SBP e SBIm recomendam duas doses (aos 12 e 18 meses). 5-7

- Varicela/Catapora: o PNI disponibiliza apenas 1 dose contra Varicela.7 Os calendários da SBIm e da SBP recomendam duas doses da vacina (12 e 15 meses para SBP, 12 e 15-24 meses para SBIm).5,6

- Em relação à vacina dTpa (difteria, tétano e pertussis – coqueluche), no PNI ela está disponível somente para gestantes, enquanto que a SBP recomenda reforço aos 4 anos de idade e a SBIm, reforço dos 4 aos 5 anos, dos 9 aos 10 anos, e a cada 10 anos após a última dose, caso tenha sido feito o esquema básico completo.5-7

- Outra diferença importante é a recomendação para a vacina pneumocócica conjugada, pois no PNI são duas doses, aos 2 e 4 meses, e um reforço aos 12 meses, que é o esquema 2+1. Já a SBP recomenda o esquema 3+1, três doses, aos 2, 4 e 6 meses, e um reforço aos 12 meses. No calendário da SBIm o esquema é 3+1 com o reforço dos 12 aos 15 meses.5-7

- Pentavalente – no PNI existe a vacina pentavalente que protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e Haemophilus influenzae do tipo b. No sistema privado existe a vacina hexavalente que protege contra difteria, tétano, coqueluche, poliomielite 1, 2 e 3, Haemophilus influenzae do tipo B e hepatite B.5-7

Para mais informações: www.casadevacinasgsk.com.br.

Sobre a GSK
Uma das indústrias farmacêuticas líderes no mundo, a GSK está empenhada em melhorar a qualidade de vida humana permitindo que as pessoas façam mais, sintam-se melhor e vivam mais. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

Colaboração: Assessoria
Imagens: Assessoria

Até a próxima!
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