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26 agosto, 2019


A importância do diálogo na primeira infância dentro e fora de casa!

A primeira infância, conhecida também como período pré-escolar, é uma fase caracterizada pelo desenvolvimento físico e mental específico que abrange várias características. É nessa época que a criança começa a melhorar a motricidade ampla e, por isso, gosta muito de correr, saltar e pular, fazendo com que suas atividades motoras se multipliquem. Neste período, elas estão ávidas por novos conhecimentos, aprimorando também a fala. 



O ensino na primeira infância é um dos mais importantes. É durante esse momento que os pequenos aprendem por meio de relações concretas e o abstrato é extrínseco às suas condições de raciocínio e visão de mundo. Ou seja, para seu entendimento, o aprendizado ocorre por meio do que visto, ouvido e sentido pelos exemplos dos pais e adultos.

Isso porque o que assimilamos neste período é eternizado em nós, perfazendo um conhecimento para o resto de nossa existência, estabelecendo os valores e modelos morais que seguirão conosco. Portanto, ensinar os filhos as diferenças entre o bem e o mal, entre o certo e errado, dar limites e sustentar uma autoestima é essencial neste momento. Podemos comparar os ensinamentos e desenvolvimento dos valores nessa fase tal como uma árvore, na qual, a raiz, caule, galhos e toda sua estrutura se estabelecem neste e momento e apenas progridem ao longo do tempo.

Por isso, o diálogo é essencial! Educadores e pais precisam dar prioridade para um formato de relacionamento transparente, aberto com possibilidade e troca de ideias. É importante potencializar na primeira infância a capacidade de empatia mútua entre os membros de uma família, favorecendo uma vida tranquila e saudável no futuro.

Durante essa época, alguns problemas surgem, entre eles, o desenvolvimento físico, intelectual ou por conflitos de interação social. Essas são as áreas de maior preocupação entre educadores e pais. Alguns sintomas são sutis na primeira infância e podem passar despercebidos, principalmente pelo envolvimento emocional com a criança. Por isso, é imprescindível que os pais se mantenham informados e possibilitem ao educador a abertura para tirar quaisquer dúvidas sobre seus filhos.

As principais dificuldades no diálogo estão relacionadas aos mecanismos de defesa em que a resistência se torna um hábito. Para que isso não gere uma questão ainda maior, o diálogo aberto precisa existir na rotina da casa como fator constante no relacionamento entre todos os familiares.

Entre os cuidados do ensino na primeira infância, está a ajuda profissional de um psicólogo, pois ele será capaz de diagnosticar os sintomas e prevenir o agravamento de problemas. Neste período serão identificados quais as causas dos desajustes e o atendimento psicoterapêutico será utilizado quando necessário.

Portanto, é necessário que os pais participem ativamente da vida dos filhos, contribuindo para que os resultados cheguem mais rápido e que o sucesso seja alcançado a longo prazo. Muitos são os benefícios ao nos atentarmos para a formação da personalidade na primeira infância, ajudando a construir um futuro saudável, promovendo os ajustes e favorecendo total integração social e afetiva.

*Beatriz Campos é psicóloga clínica na Telavita, marketplace de saúde que conecta pacientes a profissionais de psicologia. Coach educacional, especialista em atendimento infantil e à família. Sobre a TelaVita

Sob o conceito de Telesaúde, a TelaVita é um marketplace de saúde que tem por objetivo conectar profissionais da psicologia brasileira a pacientes de todo país, por meio de uma tecnologia robusta, ágil e segura. Todo o processo de escolha, agendamento e atendimento de sessão é realizado em ambiente digital, com as devidas autorizações do Conselho Federal de Psicologia, Conselho Regional de Psicologia de São Paulo e Conselho de Ética Profissional do Psicólogo.
Colaboração: Assessoria
Texto de Beatriz Campos
Imagem: Internet
Até a próxima!
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04 outubro, 2018


Se você soubesse a importância deles, deixaria seu filho ter "paninho de estimação"!

Um paninho, naninha, brinquedo, coberta ou qualquer outro objeto pode ter um valor muito além do sentimental para as crianças pequenas. Chamados de “objetos de transição”, estas pequenas coisas ajudam o bebê a encarar as mudanças na primeira infância.


Estes itens são considerados uma parte importante no crescimento dos pequenos, já que eles se apegam a esses objetos como forma de apoio para enfrentar as transformações que começam a acontecer meses após o nascimento.

O que são objetos de transição?

Este objeto de transição pode ser literalmente qualquer coisa que ofereça segurança e conforto ao bebê. Este termo foi criado na década de 50, pelo pediatra e psicanalista Donald Winnicott. Segundo ele, o bebê no início da vida imagina que ele e sua mãe são a mesma pessoa.

Com o passar dos meses, ele vai percebendo sua própria individualidade e descobre que a mãe nem sempre pode estar presente em todos os momentos. Desta forma, o pequeno procura aconchego nesses objetos - seja um ursinho, paninho ou fralda. O pediatra Dr. Moises Chencinski reforça que a naninha proporciona tranquilidade às crianças, já que tendem a substituir o colo materno no imaginário infantil.


É por isso que o pequeno acaba se apegando ao objeto como uma forma de suporte para enfrentar esse processo de passagem, da "dependência absoluta" para a "dependência relativa". Além de acalmar, o item escolhido ajuda a criança a ganhar confiança para enfrentar outros obstáculos da vida, como a hora de dormir sozinho, o primeiro dia na escolinha, entre outros.
“Paninho de estimação” na hora de dormir

Estes objetos de transição simbolizam a mãe para a criança - e a proteção que a figura materna oferece. Por isso, tantos pais incentivam o uso dos "paninhos de estimação", especialmente na hora de dormir.

As naninhas têm papel fundamental quando a criança passa a dormir sozinha, em seu próprio quarto, auxiliando no desenvolvimento emocional. Ele entende que, com esse objeto, não está sozinho.



O médico Dr. Moises Chencinski explica que, por esse motivo, é compreensível quando a criança reclama quando o paninho é lavado ou substituído. No entanto, este objeto precisa de uma higiene adequada.

Com o passar dos meses, quando chega aos dois anos, a criança já compreende melhor essas situações de ausência dos pais. Por isso, a recomendação é começar a retirar esses objetos de apoio a partir dessa idade.

Fonte: Site www.vix.com.br
Imagens 1 e 2: Internet
Imagem 3: Pessoal

Até a próxima!
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