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01 julho, 2019


A importância da matemática para o desenvolvimento infantil!

A matemática está presente na vida das crianças antes mesmo de elas ingressarem na escola. No cotidiano, os pequenos se deparam constantemente com formas e números. Portanto, quanto mais cedo eles começarem a estudar esta disciplina, mais completa será a interação que terão com o ambiente à sua volta. 


O aprendizado da disciplina faz parte das atividades diárias por toda a vida de uma pessoa. No caso das crianças, o estímulo às habilidades numéricas e aritméticas na primeira infância (nos primeiros cinco anos de vida) é fundamental para o desenvolvimento da lógica-matemática.

O que deve acontecer no dia a dia é tornar as experiências de aprendizado dos números algo prazeroso e, assim, estimular as crianças a continuar querendo saber mais e praticar com frequência. “Por exemplo, uma criança ao estar diante de dois elevadores (independentes entre si) deve chamar aquele que estiver mais próximo do seu andar para economizar energia elétrica. O raciocínio utilizado para isso depende de suas habilidades desenvolvidas. São pequenas coisas que podem e devem ser feitas rotineiramente”, diz Elza Midori Yamamoto, Bacharel em Química formada pela USP (Universidade de São Paulo), há quase 30 anos no Kumon e atualmente gerente do setor de Matemática.
Ainda, segundo a executiva, o maior benefício do estudo da matemática na primeira infância é torná-la algo natural e rotineiro na vida da pessoa por toda a vida. Falar da disciplina deve ser uma coisa tão comum quanto mexer em smartphones.
O incentivo ao gosto pela matemática é uma consequência do uso diário e pode começar em casa. Durante as compras em um supermercado, a mãe pode dizer à criança que tem um valor reservado para as compras de lanches/guloseimas e solicitar à ela que selecione os produtos desejados, mas que fiquem dentro do valor do estipulado. Com esse tipo de prática, a criança entende que os números são instrumentos que auxiliam a planejar e a executar as atividades dentro das metas.

Primeira infância

Ter contato com a disciplina desde a infância estimula a visão analítica, o levantamento de hipóteses e a resolução de desafios, levando as crianças a aplicarem os conceitos da matéria na sua rotina e a se sentirem seguras para continuar aprendendo.
A matemática é fundamental para o desenvolvimento cognitivo dos pequenos, ou seja, para a construção de sua capacidade de pensar. Quanto mais cedo eles tiverem contato com a disciplina, mais ferramentas terão para compor sua personalidade e entender o ambiente em que vivem.
A disciplina também trabalha a organização, a concentração e a criatividade, habilidades que contribuem para um bom desempenho nas demais componentes do currículo escolar e ajudam a se tornarem cidadãos mais críticos e conscientes.
O Kumon utiliza um método único, que estimula a concentração, o raciocínio e a autonomia nos estudos. A ideia é que a criança se sinta motivada e confiante para prosseguir no seu ritmo, sem pressões nem estresses desnecessários. As atividades de matemática foram feitas para desenvolver o raciocínio lógico e a capacidade básica de cálculo, competências muito importantes na escola, nos vestibulares, na vida profissional e em muitas áreas da vida pessoal. Logo, quanto mais cedo os pequenos adquirirem essas habilidades, mais oportunidades terão no futuro. 
Colaboração: Assessoria
Imagem: Assessoria
Até a próxima!
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27 maio, 2016


Seu filho tem dislexia?

Você sabia que podemos identificar sinais de dislexia em nossos filhos através de simples brincadeiras? A especialista em desenvolvimento infantil Sheila Leal deu algumas dicas de como observar os pequenos sinais que os pequenos nos dão.



Com mais de 15 anos de atuação profissional nas áreas clínica e pedagógica, a especialista em dislexia Sheila Leal é idealizadora do Projeto Filhos Brilhantes, que produz conteúdo especializado em desenvolvimento infantil. Questionada sobre a dislexia, que atinge 4% da população brasileira conforme uma pesquisa do Instituto ABCD, Sheila explica que este transtorno de aprendizagem não tem cura, mas quanto mais cedo for detectado, melhor poderá ser trabalhado pelos estímulos corretos, que vão diminuir os reflexos no processo escolar. “Existem vários tipos de dislexia, bem como diversos graus”, explica a especialista, que lembra que é possível dar um diagnóstico após dois anos do início do processo de alfabetização.
A especialista alerta que a aquisição tardia da fala, dificuldades motoras e de memorização das cores, por exemplo, são elementos a serem observados até mesmo antes do processo de alfabetização. “Problemas em guardar o nome dos objetos e dificuldade em aprender a cantar músicas reforçam algumas suspeitas”, destaca, alertando que o diagnóstico completo só é possível com uma equipe multidisciplinar, que inclui neuropediatra, fonoaudiólogo, neuropsicólogo e psicopedagogo. “A forma ideal de encarar a dislexia é identificar as potencialidades da criança, para valorizar o que é positivo”, explica Sheila, que lista cinco brincadeiras que podem ser utilizadas para identificar uma possível dislexia.

1- Cante

Sheila sugere que os pais devem começar a cantar para que seus filhos completem a música, especialmente com crianças de 4 a 5 anos. “Observe se seu filho sempre pedirá auxílio ou se chegará a completar a música sozinho”, explica.

2-Brinque com números

Os pequenos de 4 a 5 anos já devem ser capazes de contar até cinco, segundo a especialista. “Conte os objetos da casa ou faça bolinhas de massinha, mostrando com os dedos”, indica a fonoaudióloga. Ela explica que é preciso observar se a memorização ocorre com facilidade, especialmente quando é sobre a idade da criança.

3-Desenhe

Sheila ensina que uma das brincadeiras mais importantes na infância é o ato de desenhar. A coordenação motora e o esquema corporal, podem ser identificados e trabalhados através de um simples desenho. “Desenhe no chão, no papel kraft ou na cartolina, por exemplo, pois desenhos grandes permitem a exploração do papel”, explica. “Observe se a criança tem dificuldade em pegar o giz, canetinha ou lápis”. A especialista sugere que os pais brinquem de adivinhar desenhos, e verifiquem se os pequenos se recusam a desenhar ou não sabem fazer objetos simples, como quadrados ou círculos.Fique atento se o seu filho com 4 anos ainda tem dificuldades para executar esses movimentos solicitados.

4-Brinque de forca

Com filhos de 6 a 8 anos, a psicopedagoga indica a importância de brincar do tradicional jogo de forca. “Ao pensar em uma palavra e oferecer uma dica simples para a criança, ela terá que pensar nas letras para descobrir”, explica. Para a especialista, é preciso prestar atenção na forma como a criança resolve o problema. “Observe se ele sempre repete a mesma letra ou se fica chutando qualquer palavra”.

5-Brinque de rima

Dentre as músicas infantis mais comuns, quase todas possuem rimas. Sheila sugere que os pais cantem e promovam que os filhos de 6 a 8 anos completem com rimas. A fonoaudióloga destaca que nesta idade as crianças devem ter noção de como rimar.

Alerta

Além das brincadeiras, Sheila indica uma prática importante para verificar como está o desenvolvimento das crianças de na faixa dos 6 aos 8 anos: fazer uma lista de supermercado com os itens que devem ser comprados – mesmo que seja apenas em forma de desenhos ou as letras iniciais – e que depois as compras sejam feitas em conjunto. “Peça que seu filho te ajude a encontrar os itens da lista”.

Por fim, a especialista adverte que os pais não devem rotular os filhos, nem com o diagnóstico dos profissionais, e jamais chamá-los de preguiçosos ou outro adjetivo semelhante. “Ao fazer isso, o sentimento negativo é enraizado, afetando a autoestima e prejudicando ainda mais o processo de leitura e escrita”, conclui.

Colaboração: Assessoria

Até a próxima!
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