Mostrando postagens com marcador verduras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador verduras. Mostrar todas as postagens

04 julho, 2018


Como congelar papinha de bebê!

Quem gosta de cozinhar sabe como é: você se diverte, cria pratos gostosos, mas gasta um tempão em cada detalhe. E com o corre corre do dia a dia, cada minuto conta. Principalmente para as mamães que estão sempre atentas aos filhotes e adoram preparar lanches e refeições gostosas para eles.  
Camila Verdeja, do Gourmet Jr., dá ótimas ideias para congelar frutas e papinhas e assim deixar a vida mais prática – sem perder qualidade! Para essas dicas, Camila contou com a ajuda da nutricionista Fernanda Saccoletto, consultora do Gourmet Jr. Anote:
Comece pelas quantidades

Se você costuma fazer a papinha só para o consumo imediato do bebê e vai começar a congelar agora, a dica é simples: prepare o dobro da quantidade de costume.

Passo a passo para congelar
Escolha o recipiente certo: os melhores são os de vidro (a tampa pode ser de plástico). Dá para congelar a vácuo também, em sacos plásticos que não permitem a entrada de ar.
Faça um rótulo: uma etiqueta simples, escrita à mão com o nome da papinha e o dia em que você está congelando. A validade é de, em média, 3 meses no freezer.
Espere esfriar: até ficar em temperatura ambiente e feche bem o potinho. Só então leve ao congelador.
Na hora de descongelar: tire a papinha do freezer uma noite antes de servir e deixe-a na geladeira. Nunca retire direto do congelador para a temperatura ambiente porque isso favorece o aumento de bactérias. Precisa descongelar de última hora? Coloque o potinho em banho maria ou no micro-ondas.
A papinha congelada perde nutrientes? Um pouco. O teor de proteínas, carboidratos e lipídeos não se altera, mas pode existir uma perda mínima de vitaminas e minerais por conta do processo. Mas vale lembrar que, mesmo assim, o papá feito por você em casa e congelado é infinitamente mais saudável do que o industrializado.

Papinha de legumes assados

Ingredientes
1 xícara de batatas
1 xícara de cenouras
1 xícara de abóboras (de pescoço ou cabotia)
1 xícara de pimentões
1 xícara de cebola
1 xícara de tomate sem pele e sem semente
4 dentes de alho amassados
Raminhos de alecrim e tomilho
Fio de azeite para regar
3 xícaras de caldo de legumes
Sal e pimenta a gosto (somente na porção dos adultos)

Modo de fazer

Colocar todos os ingredientes em uma assadeira. Regue com o fio de azeite. Caso a assadeira não for antiaderente, é bom untá-la com o azeite antes de colocar os legumes. Cubra com papel alumínio e deixe assar em forno médio por 15 minutos. Retire o papel alumínio, mexa com uma colher e volte ao forno por mais 15 minutos. Retire os legumes e bata no mixer ou no liquidificador com o caldo de legumes. Vá acrescentando aos poucos até obter a consistência desejada.


O jeito certo de congelar as frutas

Congelar frutas é uma opção prática e faz com que elas durem mais. “Mas, claro, perde um pouco dos nutrientes: 15% para ser mais exata”, diz Camila Verdeja. Portanto, nada melhor do que consumir na hora. Mas com o corre corre nem sempre dá para comprar. Para se ter uma ideia, algumas frutas como morango, abacaxi e banana podem durar até 9 meses no congelador! E sem falar que você pode oferecer as que estão fora de época. Não há restrições, a mamãe pode escolher entre já comprar as frutas congeladas ou fazer isso em casa. Se a ideia for congelar sozinha, algumas dicas podem ajudar a armazenar as frutas corretamente, ao natural (sem açúcar ou calda). Confira:
Abacaxi: corte em fatias ou pedaços e congele.
Ameixa: o ideal é cortá-la ao meio antes de congelar.
Amora: congele ao natural e deixe para lavar depois, somente na hora do consumo.
Cereja: antes de congelar, lave, seque e tire o caroço da fruta.
Coco: é possível congelar ao natural, em pedaços ou mesmo ralado.
Figo: congele inteiro e, na hora de servir, não deixe descongelar totalmente.
Goiaba: congele em suco ou em pedaços, com ou sem as sementes.
Jabuticaba: prefira congelar inteira.
Laranja: deve ser congelada em gomos, sem a pele branca e sem sementes, se preferir em forma de suco, esprema levemente, para que fique com mais gominhos.
Limão: o ideal é congelar em forma de suco. Dá para raspar a casca, guardar em vidrinhos e aproveitar em bolos.
Maçã: descasque, corte em fatias e retire as sementes, depois, mergulhe em uma solução de água e sal (2 litros de água e 1 colher (sopa) de sal) por 5 minutos. Congele com algumas gotas de limão ou laranja, para evitar a oxidação.
Maracujá: bata ligeiramente e congele como suco.
Manga: descasque e corte em fatias antes de congelar.
Melão: corte e descasque antes de congelar.
Pera: também deve ser congelada com gotas de limão ou laranja.
Pêssego: descasque e retire o caroço, congele com gotas de limão ou laranja.
Uva: bata as uvas no liquidificador e congele em forma de suco.
Fonte: REvista News
Imagens: Revista News
Até a próxima!
0

05 setembro, 2017


A importância de um cardápio adequado para a primeira fase da vida!

A desnutrição é um problema atual que está mais perto do que se imagina. Geralmente as pessoas costumam associar a patologia a países subdesenvolvidos, mas não é bem assim, apesar da iniciativa de órgãos da saúde e políticas públicas governamentais em prol da prevenção, o Brasil já apresenta um dos índices mais altos e preocupantes: um em cada dez brasileiros sofre desse mal. Na infância o quadro é ainda pior, estima-se que cerca de 150 milhões de crianças no mundo sejam desnutridas e que boa parte dos casos chegam a óbito.



Há vários fatores que resultam na desnutrição infantil que pode, inclusive, começar já na gestação, mas o desmame precoce, uma dieta com poucos nutrientes, falta de proteínas, vitaminas e minerais, somada a higiene precária dos alimentos são os principais agravantes do problema. As crianças que sofrem de carências nutricionais têm seu desenvolvimento físico e mental comprometidos e podem levar consequências irreparáveis para toda a vida, como deficiências na aprendizagem, problemas na calcificação dos ossos, problemas de crescimento, obesidade, entre outros. Para combater esse mal é necessário o empenho da família com alguns cuidados essenciais que podem fazer toda a diferença.

A importância do aleitamento

Nos seis primeiros meses de vida do bebê os médicos recomendam que o aporte de nutrientes para seu desenvolvimento seja feito através do aleitamento exclusivo. A nutricionista Joanna Carollo, especializada em nutrição clínica, explica que o leite materno é capaz de atender a todas as necessidades da criança e garantir tudo o que ela precisa para ser saudável do ponto de vista nutricional: “A introdução precoce de outros grupos de alimentos é inadequada e prejudica a biodisponibilidade, ou seja, a utilização dos nutrientes do leite não é feita completamente pelo organismo, isso pode gerar algumas complicações e desencadear até quadros de anemia” afirma a profissional da Nova Nutrii.

Primeira fase requer maiores cuidados

A desnutrição pode existir em todas as idades, mas a infância é o período da vida mais suscetível a ela devido a maior necessidade de nutrientes para promover o avanço constante do crescimento corporal. Nos dois primeiros anos de vida as crianças são mais vulneráveis, portanto, um cardápio balanceado é fundamental para garantir sua saúde e desenvolvimento. Além disso, os hábitos alimentares adquiridos nesse período são determinantes para definir o que será mais consumido na fase adulta, isso significa que proporcionar um contato maior com frutas, hortaliças, verduras e outros alimentos nutritivos forma um repertório de hábitos saudáveis.

“Esse é o período mais importante para a formação do habito alimentar e preferências do ser humano. Fatores como a escolha dos alimentos, a frequência das refeições, a quantidade consumida, o modo de preparo e a higiene dedicada nesse processo são fundamentais para o sucesso e devem ser realizados com atenção. Para isso é preciso introduzir alimentos complementares pelo menos três vezes ao dia, investindo em uma alimentação variada e colorida e evitando os industrializados, que tem uma relação maior com doenças crônicas como obesidade, diabetes e doenças do coração” – explica a especialista.
Obesidade infantil e desnutrição

Segundo relatório divulgado recentemente pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) em parceria com a Organização Pan-americana de Saúde (Opas), estima-se que o sobrepeso infantil atinge quase 10% das crianças menores de cinco anos no Brasil, sendo as meninas as mais afetadas. O documento foi elaborado com base em dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) e demonstra um panorama geral preocupante que serve de alerta para toda a sociedade. O excesso de alimentos processados, fast foods e abuso do sal e do açúcar, fazem parte da dieta de muitas crianças e poucos pais tem consciência dos valores nutricionais dos alimentos que seus filhos ingerem diariamente.

De acordo com a nutricionista a desnutrição não está relacionada a um corpo extremamente magro como muitos pensam, pelo contrário, atualmente o quadro de pessoas com obesidade ou excesso de peso que sofrem desse problema vem aumentando cada vez mais: “Este mal não é exclusivo dos menos favorecidos, que possuem pouca oferta de alimentos. Hoje em dia, devido a uma alimentação errada, baseada em calorias vazias, muitas crianças vêm apresentando carência de nutrientes, mesmo aqueles que possuem sobrepeso podem ter deficiência de vitaminas e outros micronutrientes essenciais para a formação e desenvolvimento da criança, portanto é uma fase que exige mais atenção.

Respeite o apetite da criança

Nos primeiros anos de vida a criança possui uma capacidade mais acurada sobre a percepção da saciedade, isso porque o leite materno estimula o desenvolvimento desse controle fisiológico, que é fundamental durante o desenvolvimento infantil, especialmente na prevenção do excesso de peso e obesidade. Portanto é preciso respeitar o intervalo entre as refeições, pois o volume que a criança ingere vai depender do período em que passou sem se alimentar. Se ela for forçada a comer continuamente ela vai perdendo essa capacidade de percepção de forma gradativa. Já nos casos em a criança está doente ou convalescente, ela deve ser estimulada a comer, para isso é preciso ofertar os alimentos de melhor aceitação em menores proporções e, se o aleitamento ainda estiver sendo feito, pode ser ofertado em abundância, para que a criança receba o maior aporte de nutrientes possível.

Boas práticas de higienização

A higiene é extremamente importante durante o preparo, o manuseio e o armazenamento dos alimentos, tanto a lavagem e cozimento correto dos ingredientes, como também a higienização dos utensílios utilizados nesse processo são fundamentais para eliminar qualquer risco de contaminação. O ideal também é evitar sobras e preparar somente a quantidade certa para cada refeição, assim, além de não haver oxidação e desperdícios, ainda é possível garantir um maior aproveitamento dos nutrientes.

O que não pode faltar

A desnutrição é caracterizada como um desequilíbrio na oferta de nutrientes ao corpo, especialmente em relação à falta de um aporte proteico-calórico, que gera uma defasagem nas reservas de alimentos ricos em proteínas ou energéticos, seja devido à uma ingestão insuficiente e inadequada, ou causada pela dificuldade de absorção do organismo. Em ambos os casos é preciso turbinar a dieta com os alimentos certos para fornecer o que o corpo precisa, especialmente na fase da infância, na qual alguns micronutrientes requerem uma atenção especial.

A nutricionista alerta que: “Alimentos ricos em proteínas, seja de origem vegetal ou animal não podem faltar no cardápio diário, mas é importante variar entre eles e combinar tipos diferentes para que o aporte seja completo. Outro grupo alimentar essencial é o dos carboidratos, em especial os complexos, que fornecem a energia necessária para a realização de todos os processos metabólicos do corpo”. Segundo Carollo para a saúde das crianças ainda merecem mais atenção alimentos que são fonte de ferro (indispensável para o desenvolvimento físico e psicomotor); zinco (atua no metabolismo hormonal); cálcio (essencial na formação e fortalecimento dos ossos); e vitamina A (age no sistema imunológico). 

Estimular a alimentação é essencial

A criança brinca enquanto come ou intercala o comer e o brincar e é importante incentivar essa prática para que o ato de se alimentar seja sinônimo de prazer e não de privações. Além disso, é comum que os mais novos se espelhem nos demais integrantes da família, portanto, se seus hábitos forem ruins, as crianças podem ser facilmente influenciadas. Estudos que acompanham crianças desde o nascimento até a idade adulta demonstram que uma criança que se alimenta bem até os 2 anos de idade, quando for adulta, será mais inteligente porque é nesse período que o cérebro se forma. Portanto investir em nutrição desde cedo é investir numa próxima geração, com pessoas saudáveis e produtivas.

Quando a suplementação é necessária?

Algumas carências nutricionais não podem ser supridas apenas através da alimentação tradicional, como nos casos de problemas metabólicos ou falta de apetite, portanto o suplemento infantil é recomendado como forma de corrigir esses problemas e auxiliar na introdução dos nutrientes que o corpo necessita para se desenvolver plenamente. A nutricionista explica que, muitas vezes, a suplementação pode ser uma aliada poderosa para manter a saúde das crianças em dia: "Eles entram como uma solução prática e eficaz, pois geralmente possuem uma formulação agradável ao paladar infantil e servem tanto para dar o aporte nutricional, como para abrir o apetite, auxiliar no processo de crescimento, controle do peso, entre outros fatores. Mas é importante lembrar que deve ser feito sob orientação de um especialista, pois somente ele poderá avaliar as necessidades nutricionais específicas de cada um.

Fonte: Nova Nutrii

Colaboração: Assessoria
Imagens: Internet

Até a próxima!
0
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...